Como é feito o diagnóstico da PCM
Para confirmar a PCM, o médico junta três coisas: a história da pessoa, o exame do corpo e exames de laboratório. Sempre que possível, procura-se ver o próprio fungo em uma amostra.
Da suspeita à confirmação
Suspeita
Sintomas + histórico de trabalho no campo levantam a suspeita.
Coleta
Amostra de ferida, íngua, catarro ou sangue.
Laboratório
Ver o fungo ao microscópio, cultura e sorologia.
Imagem
Raio-X e tomografia mostram o quanto os pulmões foram afetados.
Confirmação
Diagnóstico definido e início do tratamento.
O que cada exame faz
Ver o fungo (exame direto)
Cultura
Sorologia (exame de sangue)
Imagens (raio-X e tomografia)
Por que o diagnóstico às vezes demora
A PCM se parece muito com a tuberculose e, nos jovens, pode lembrar até um câncer do sangue (linfoma). Se você já trabalhou na roça, avise o médico — essa informação ajuda muito a chegar ao diagnóstico certo.
Leve estas informações à consulta
- Seu histórico de trabalho (na roça, construção, contato com terra)
- Há quanto tempo os sintomas começaram
- Se fuma ou já fumou, e uso de bebida
- Feridas, tosse ou ínguas que não melhoram
Métodos e armadilhas
A imunodifusão dupla (IDD) é o padrão sorológico de referência; a PCR fica restrita a centros de pesquisa.
Atenção à coleta: material do centro necrótico da lesão gera falso-negativo, e material destinado à cultura nunca deve ir em formol.