Sobre a doença
Sinais e sintomas: como reconhecer a PCM
Os sintomas variam conforme a forma da doença e os órgãos afetados. Há duas apresentações principais — e alguns sinais de alerta que não devem ser ignorados.
Explore o corpo
Onde a PCM pode se manifestar ?
Toque em um ponto para ver como a doença pode afetar cada parte do corpo.
Duas apresentações
Forma crônica × forma aguda
Mais comum · adultos
Forma crônica
Aparece devagar, ao longo de meses ou anos, sobretudo em homens de 30 a 60 anos.
- Tosse que não passa, catarro, falta de ar e dor no peito
- Feridas na boca, gengiva, garganta ou nariz que não cicatrizam
- Rouquidão e emagrecimento
Mais comum · jovens
Forma aguda / subaguda
Atinge mais crianças, adolescentes e adultos jovens, e evolui mais rápido.
- Ínguas (gânglios) aumentadas pelo corpo
- Febre e perda de peso importante
- Aumento do fígado e do baço, às vezes feridas na pele
Quando procurar ajuda?
Procure atendimento se tiver tosse por mais de 3 semanas, feridas na boca que não cicatrizam, ínguas que não somem, emagrecimento sem explicação ou rouquidão persistente — principalmente se trabalha ou trabalhou na roça.
Galeria clínica
Imagens de lesões orais, cutâneas e de linfonodomegalia ajudam profissionais a reconhecer a doença. Este conteúdo é sensível e ficará disponível com aviso próprio.

Lesões orais

Lesões cutâneas

Linfonodomegalia
Outras formas
Forma mista
Combina características das formas aguda e crônica no mesmo paciente, com acometimento de vários órgãos ao mesmo tempo.
Forma localizada
Quando a doença fica restrita a um único local — por exemplo, uma lesão isolada na pele ou na mucosa — sem sinais de disseminação.
Forma sequelar
Refere-se às marcas deixadas pela doença mesmo após a cura, como fibrose (cicatriz) no pulmão ou alterações na voz. Veja mais em “Viver com PCM”.
Perguntas frequentes
Toda tosse é PCM?
Não. Mas tosse por mais de 3 semanas, ainda mais em quem trabalha na terra, merece investigação médica.
As feridas na boca são perigosas?
Podem ser o primeiro sinal da doença. Feridas que não cicatrizam devem ser avaliadas por um profissional de saúde.